Mata atlântica preservada com córrego correndo entre pedras, samambaias arborescentes e luz suave do amanhecer filtrando entre as árvores.

O cuidado que a pressa não conhece.

Aqui, cuidar não é um programa — é o jeito. Da terra ao animal, do alimento à mesa, tudo obedece a um ritmo antigo, aprendido com a roça. A gente produz devagar. E produz bem.

Cuidar não é programa. É jeito.

Nada aqui é anunciado como novidade. É o que a gente aprendeu com quem plantou primeiro: respeitar a terra que dá, o bicho que cria, a água que corre. Um cuidado por vez, todos os dias, do mesmo jeito.

Cinco círculos de cuidado

Mãos calejadas firmando uma muda de árvore em terra vermelha úmida, com folhas jovens brilhando na luz do amanhecer.
Um · A terra

Antes de tudo, a terra que dá.

A mata que fica em pé é a mesma que segura a água que abastece a fazenda. Não é discurso — é regra. As nascentes ficam cercadas, as áreas de preservação são preservadas, e o que a lei chama de APP e Reserva Legal, aqui, a gente chama simplesmente de mato.

Onde a mata precisou voltar, ela voltou. Plantio de mudas nativas, biofertirrigação com o que se produz na própria fazenda. A ideia é simples: devolver à terra ao menos o que se tirou dela.

  • Áreas de preservação permanente e reserva legal mantidas em pé
  • Reflorestamento com mudas nativas de Mata Atlântica
  • Nascentes protegidas e monitoradas
Porcos descansando sobre palha limpa em uma baia de madeira com ventilação natural e luz suave entrando pelas frestas.
Dois · Os animais

Bicho tratado bem vira comida boa.

Isso a gente aprendeu antes de existir manual. Baia limpa, palha nova, água fresca, comida na hora certa. Espaço para andar, se deitar, se enraizar em uma rotina. Ambiente climatizado nas fases mais delicadas, para que o calor da roça não vire estresse.

E — não é folclore, é prática de casa — tem música clássica tocando baixinho nas granjas, do começo ao fim. Ajuda o animal, ajuda quem cuida.

  • Manejo com bem-estar em todas as fases da criação
  • Instalações climatizadas, ventiladas e monitoradas
  • Transporte curto e cuidadoso — a menor distância possível entre a granja e o frigorífico
Mãos ásperas de trabalhador segurando uma mistura de milho e farelo de soja em grão, com silos ao fundo em luz dourada.
Três · O alimento

O que o bicho come, a gente conhece.

A ração é feita aqui, por gente daqui. Milho, farelo de soja, minerais — cada saco de matéria-prima passa pelas nossas mãos antes de virar comida do rebanho. Fábrica própria, receita ajustada por nutricionista, silos e expedição controlados a metros de onde os animais vivem.

É o mesmo princípio da mesa mineira: o que entra na panela, a dona da casa escolhe. O que entra no cocho, o dono da fazenda escolhe.

Vista aérea da fazenda ao entardecer mostrando cúpula de biogás verde integrada às instalações rurais e painéis fotovoltaicos entre árvores e pastos.
Quatro · A energia e o resíduo

O que sobra não vai fora.

Nada aqui termina no lixo. O que sai da criação vira biogás, que vira energia que volta para as instalações. O sol que bate no telhado dos galpões alimenta os painéis fotovoltaicos. O que a granja produz de resíduo orgânico, a lavoura recebe como fertilizante.

É o velho jeito da roça — nada se perde — vestido de tecnologia nova. O fim de um ciclo é o começo do outro. Foi assim, somando um cuidado ao outro, que a fazenda chegou à operação carbono neutro — o que emitimos, a nossa própria mata compensa.

  • Usina de biogás — energia gerada a partir da própria criação
  • Painéis fotovoltaicos integrados às instalações
  • Biofertirrigação — resíduo orgânico devolvido à terra
  • Inventário anual de emissões e compensação pela mata própria
Mãos calejadas de trabalhador mineiro em pausa, com camisa de trabalho e luz quente de fim de tarde ao fundo.
Cinco · A gente

Cuidar da terra é cuidar de quem vive dela.

A fazenda emprega gente da região há três gerações. Muitos que hoje estão no manejo aprenderam o ofício com o pai, e o pai com o avô. É saber que não se escreve — se passa.

Fazer bem-feito, aqui, também é pagar em dia, dar condição de trabalho digna, respeitar a rotina de quem madruga com o gado. Não é bondade nem programa: é o mínimo, e é o certo.

Mangueiral ao pôr do sol, com mangas caídas ao chão e uma cerca rústica de madeira ao fundo.
Quem tem pressa não colhe. A terra ensinou. — Tradição da casa
O que dá para medir

Nem tudo se mede. Mas algumas coisas, sim.

260ha
Área de plantio e regeneração florestal
500m
Distância entre a granja e a planta frigorífica
Carbono
neutro
Operação equilibrada por inventário anual e compensação pela mata própria
1973
Desde— o mesmo cuidado
Compromisso silencioso

A gente não tem slogan sobre isso.

Sustentabilidade, para nós, não é campanha. É o que a fazenda sempre fez — antes da palavra existir. Cuidar da mata porque dela vem a água. Tratar bem o bicho porque é o que se deve. Não jogar fora o que ainda serve. Ensinar quem vem depois.

Fazemos inventário anual das nossas emissões e plantamos árvores para compensar o que emitimos — hoje a operação é carbono neutro. Alinhamos o que a fazenda faz aos oito objetivos de desenvolvimento sustentável que dizem respeito ao nosso ofício. Fazemos tudo isso — mas nada disso é o cerne. O cerne é o hábito: cuidar, todo dia, do mesmo jeito.

Se um dia a fazenda parar de fazer assim, ela deixa de ser esta fazenda. É essa a nossa medida.

— Da casa
Compromissos que sustentam esse jeito

Operação carbono neutro  ·  Inventário GHG anual  ·  8 dos 17 ODS da ONU  ·  ODS 2 Fome Zero  ·  ODS 7 Energia Limpa  ·  ODS 8 Trabalho Decente  ·  ODS 9 Indústria e Inovação  ·  ODS 11 Comunidades Sustentáveis  ·  ODS 12 Consumo Responsável  ·  ODS 13 Ação pelo Clima  ·  ODS 15 Vida Terrestre

Certificações e reconhecimentos

O cuidado que se prova.

Bom trabalho não precisa de vitrine — mas gosta de ser conferido. Estes três selos são as provas externas de coisas que já fazíamos por hábito: medir o que a fazenda emite, escolher a genética certa e conhecer, pelo nome, o reprodutor que dá origem a cada leitão.

Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol 2025
GHG Protocol · Ouro 2025

Inventário completo e verificado.

Publicamos, e verificamos por terceira parte independente, todas as emissões de gases de efeito estufa da fazenda — Escopos 1 e 2 —, e recebemos o selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, iniciativa da FGVces com apoio do WRI, Ministério do Meio Ambiente, CEBDS e WBCSD.

Ouro é o nível mais alto do programa: significa que os números não são apenas declarados — foram auditados por Organismo de Verificação acreditado pelo Inmetro. É o que separa uma promessa de sustentabilidade de uma prova de sustentabilidade.

Selo Duroc DanBred Brasil
Duroc · DanBred Brasil

A genética que respeita o ofício.

Trabalhamos com a linhagem Duroc DanBred, de origem dinamarquesa, hoje reconhecida no setor como o melhor terminador do mundo. Não é modismo — é a raça que entrega, com bem-estar animal, a carne firme, o marmoreio na medida e o sabor que a nossa charcutaria pede.

A escolha da genética é uma decisão de longo prazo: um pai bem escolhido melhora a leitegada por muitos anos. É a mesma paciência que a fazenda aplica no envelhecimento de um presunto — só que aplicada ao rebanho.

Selo do reprodutor LQ 1250 DanBred
Reprodutor LQ 1250

O nome do animal que faz a diferença.

O LQ 1250 é o reprodutor Duroc que dá origem aos nossos suínos — código internacional da linha comercial da DB Agricultura / DanBred Brasil. Ter um reprodutor identificado, com histórico e rastreabilidade genética documentada, é o que garante que cada leitão nasça dentro do padrão que a fazenda espera desde 1973.

Aqui, cada animal tem uma história — e o pai dessa história também tem nome. Essa é a diferença entre criar suínos e criar o suíno certo.

Os selos ficam fixos no rodapé de todas as páginas do site — e, quando for útil, servem também como documento oficial em cotações e propostas comerciais.

Do cuidado à mesa

Prove o que o cuidado vira.

A gente cuida assim porque, no fim, tudo vira mesa. Descubra os produtos da fazenda, ou converse com nosso time — para varejo, food service e ocasiões especiais.