Um caderno aberto sobre a fazenda, as pessoas que passaram por ela e o que sai da panela. Sem pressa, sem receita pronta — só o que temos vontade de contar.
Em 1973, um casal jovem chegou às terras da serra com dois porcos, um caderno de anotações e a paciência de quem não tem pressa. Cinquenta anos depois, a fazenda ainda leva o nome do que ele mais prezava — a memória.
Por Renato Aguirre
Não tem receita fechada: tem ordem. O bacon vai antes, a linguiça no meio, a farinha por último — e a couve, quando o fogo já está brando. Uma cartilha para quem quer aprender de casa.
Por Dona Márcia — cozinha da fazenda
Foram um ano e meio de descanso ao ar da serra, sem pressa, sem termômetro industrial. Contamos como esse primeiro lote nasceu — e por que ele demorou tanto tempo para chegar à mesa.
Por Renato Aguirre
Antes do defumador e do vácuo, o que havia era o fogão a lenha e a mão certa. Uma conversa com as mulheres que ensinaram os cortes, os temperos e a hora de tirar do fogo.
Por Elisa Aguirre
A técnica antiga: pré-cozinha, descanso e fritura em duas temperaturas. Sem óleo emprestado, sem atalho — só a banha do próprio bicho e o ouvido treinado para escutar quando a pele estala.
Por Dona Márcia — cozinha da fazenda
Ampliar sem industrializar. Como estamos desenhando a segunda estrutura, com câmaras de cura no ritmo da serra e uma equipe pequena treinada por dentro — para dobrar o volume sem trair o método.
Por Renato Aguirre
Um caderno de capa dura, herança de quatro cozinheiras, com bilhetes, anotações a tinta e páginas manchadas de banha. O que ele guarda — e o que decidimos publicar aqui, com respeito.
Por Elisa Aguirre
A ordem certa da chapa, o ponto do bacon, o corte da couve e a farofa que fecha o prato. Um exercício de simplicidade em três ingredientes — como a gente serve por aqui.
Por Dona Márcia — cozinha da fazenda
Alguns dos cortes da fazenda passam a integrar o cardápio da casa parceira em Belo Horizonte. Contamos como foi o encontro, o processo de seleção e o que vem por aí — inclusive um jantar a quatro mãos.
Por Renato AguirreAinda não há matérias nesta categoria. Volte em breve — o caderno está aberto.
Uma casa não se apresenta em uma página só.